sábado, 16 de maio de 2026

JAIME MARIZ DE FARIA JÚNIOR

 


O engenheiro JAIME MARIZ DE FARIA JÚNIOR, natural de Caicó, Estado do Rio Grande do Norte, nascido no dia  20 de janeiro de 1954, sendo filho de JAIME MARIZ DE FARIA, natural de Serra Negra do Norte-RN, nascido em 03 de julho de 1925 e falecido em 29 de dezembro de 2008 ; e de  MARIA JULIETA DE MEDEIROS DANTAS, natural de Caicó-RN, nascida no dia 20 de setembro de 1925, filha de JOEL ADONIAS DANTAS e JULIETA AMÉLIA DE MEDEIROS´, casado com MARÍLIA BEZERRA,  pai de JAIME MARIZ DE FARIA NETO, natural de Natal, nascido em 03 de dezembro de 1981; NATÁLIA BEZERRA DE FARIA, nascida em 30 de maio de 1986 e RAÍSSA BEZERRA DE FARIA, nascida em 18 de outubro de 1990.

JAIME JÚNIOR foi presidente da COSERN, no governo de GERALDO JOSÉ DA CÂMARA MELO, eleito em 15 de novembro de 1986, passou três anos no cargo, retornou assumir o mesmo cargo no governo de GARIBALDI FILHO, eleito em 03 de outubro de 1994.

JAIME MARIZ DE FARIA JÚNIOR

 

 


JAIME MARIZ DE FARIA JÚNIOR nasceu em Natal por uma necessidade médica: minha mãe teve uma gravidez complicada e precisou parir em um centro mais desenvolvido. Então ela se deslocou até Natal. Embora tenha nascido na Maternidade Januário Cicco, ele se  considero caicoense, já que foi ali que passei a minha infância, minha primeira adolescência e de onde nunca me afastei.  é movido a desafios. E batalhas para travar não têm faltado. O último combate do qual participou – com sucesso no final da refrega – foi a criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (FUNPRESP). A voz poderosa, o timbre grave, as palavras bem articuladas, a postura confiável e o gestual comedido fazem de Jaime um interlocutor especializado na arte de esgrimir idéias.

Sua mãe MARIA JULIETA DANTAS DE FARIA, vem de duas numerosas famílias seridoenses, Dantas e Medeiros. É prima legítima do Monsenhor Walfredo Gurgel. Meu avô Joel Dantas - líder político do antigo PSD de Caicó – era tio e padrinho político de Monsenhor Walfredo Gurgel. Já o meu pai, Jaime Mariz de Faria, era sobrinho de Dinarte Mariz – irmão de sua mãe Osmila - e também sobrinho de Juvenal Lamartine – irmão de seu pai Epitácio. Nasceu, portanto, numa família política por todos os lados. Como o lado paterno era dinartista e o materno aluizista (Aluízio Alves e Monsenhor Walfredo Gurgel eram aliados), viveu um conflito político muito grande na minha infância e adolescência. Monsenhor era referência maior em Caicó, juntamente com Manoel Torres. A família se dividia entre essas duas lideranças.

Seu  pai JAIME MARIZ DE FARIA também não enveredou pela política, apesar de, quando jovem, ter sido prefeito de sua cidade Serra Negra do Norte. Mas, depois de maduro seu pai concluiu o curso de Direito, depois que eu, que sou o caçula, me formei. Advogou até os últimos dias de sua vida. Antes, ele foi funcionário do Batalhão em Caicó, se dedicou à agropecuária e foi bancário.

JAIME JÚNIOR aos 15 anos vim para Natal, estudar na Escola Técnica Federal. Vim morar na casa da minha irmã, Sônia. Depois do curso técnico de Eletrotécnica, cursei Engenharia, na UFRN. Morei durante muito tempo na casa de Sônia e Geraldo Queiroz. Tenho por eles enorme carinho, considerando-os uma mistura de irmãos, segundos pais, além de amigos e conselheiros.

Estudávamos mais de 10 horas por dia. Na volta para Natal, comecei a dar aula na graduação de Engenharia Elétrica da UFRN, bem como na antiga ETFRN, depois CEFET e hoje IFRN, a convite. Em 1983, o então reitor Genibaldo Barros me convidou para ser pró-reitor estudantil da Universidade. Aceitei. Essa foi minha primeira experiência como dirigente. Eu tinha 27 ou 28 anos.

 A indicação do meu nome ao governador Geraldo Melo foi feita por Wanderley Mariz, que tinha sido o candidato a senador pelo PMDB na chapa dele, apesar de não ter sido eleito. Minha formação em Engenharia Elétrica e professor da UFRN e ETFRN coincidiam com o perfil que o governador eleito achava adequado para a COSERN. Além do mais as ligações do meu sogro e de minha sogra com o PMDB ajudaram bastante. Passei três anos no cargo. Pedi exoneração ao governador para fazer pós-graduação na área de energia na Bélgica.

Fui convidado pelo deputado Henrique Eduardo Alves para o Ministério da Integração. Trabalhei na parte elétrica da transposição do Rio São Francisco. Fiquei apenas seis meses, pois o governo do presidente Lula terminara e o ministro daquela pasta mudou, provocando a substituição de toda equipe de cargos comissionados. Quando estava praticamente voltando para Natal, o senador Garibaldi Alves Filho me chamou para integrar sua equipe no Ministério da Previdência Social, onde estou até agora enfrentando outro enorme desafio.

Gosto muito de música popular brasileira: Vinicius, Toquinho, Chico, Caetano, Gal... Gosto também dos que cantam a nossa cultura como Luiz Gonzaga, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho, Flávio José. Esses são meus focos preferidos na música brasileira. Gosto de tomar uma cerveja ou um bom vinho com os amigos, nos finais de semana. Na verdade sou um colecionador de amizades. Tenho amigos de diferentes vertentes em Natal. Também preservo as amizades da minha infância e adolescência de Caicó. A vida me agraciou com essa enorme coleção de amigos.

FONTE – ZONA SUL